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A estreia... Que cheiro a novo! O brilho da novidade, aproveitar enquanto se não é esquecido!
E vós que querieis um elogio. E eu que nada mais tenho para vos dar a não ser palavras de insaciação. Por isso vos escrevo a sangue esperando inocentemente que mo perdoeis. Ou não seria o negro a minha cor, a cor da luta, a cor do desentendimento, a cor de um tédio neutro mas eficaz.
Pensar que poderia ter tido tudo o que queria se não o recusasse por covardemente querer outra coisa.